Por um mercado de tecnologia ainda mais plural

Nos últimos anos o tema diversidade ganhou espaço em diversas conversas. Mas, como isso acontece na prática? Como o mercado de tecnologia é impactado por esse assunto?

O universo tech foi associado à figura masculina por muito tempo e, até os dias de hoje, existe certo preconceito em relação às mulheres que trabalham na área. Esse comportamento não é novidade, afinal, é algo que acontece desde o desenvolvimento infantil, ainda na fase das brincadeiras.

Geralmente, meninas são presenteadas com itens como bonecas, réplicas de cozinhas e outras atividades relacionadas à casa. E, quando uma menina tem interesse por outras brincadeiras, associadas a algum nível de “masculinidade”, são pressionadas pela família e sociedade com a famosa frase “isso não é coisa de menina”.

Estas são expectativas de comportamento de gênero carregadas de estereótipos que também se refletem na fase adulta.

Ao escolher profissões na área da tecnologia, por exemplo, muitas mulheres são pouco acolhidas. Mesmo com movimentos e incentivos para mudar este cenário, ainda é um esforço pequeno comparado a quantidade de mulheres que desejam entrar e aproveitar todas as possibilidades deste mercado de trabalho.

Segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 20% dos profissionais que atuam no mercado de Tecnologia da Informação (TI) são mulheres. Mas, o que as empresas podem fazer para mudar esse cenário?

O primeiro passo deve ser o investimento na capacitação público feminino a partir do apoio de programas de incentivos para atrair e desenvolver talentos – ainda mais em um mercado tão escasso de profissionais. Outro ponto importante é reformular a política de cargos e salários, para obter igualdade em comparação com os homens.

É importante frisar que não basta apenas contratar talentos, isso é apenas uma parte do processo. É necessário reter essas pessoas, preparando a cultura da empresa para a melhor experiência possível.

Além disso, empresas que investem em inclusão produzem 1,4 vezes mais receita e têm 1,7 vezes mais chances de serem líderes em inovação no seu mercado, de acordo com um estudo recente da Deloitte.

#GFTBrasil trabalha fortemente pela equidade de gêneros no mercado de trabalho e no aumento de contratações de mulheres, com o objetivo de aumentar em 30% o time feminino. Esse plano envolve a busca de possibilitar o empoderamento das mulheres por meio do desenvolvimento de liderança, crescimento pessoal, mentoria e eventos de networking. Além disso, bootcamps com uma rodada de contratações exclusivas para mulheres é uma dessas novas iniciativas para mudar o cenário para mudar o mundo da tecnologia e solucionar o problema de escassez de profissionais da área.

O respeito integra. #VamosVoarJuntas.

Referências

Época Negócios

IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

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