“Demonstre seus interesses com coragem. Nunca desista dos seus sonhos, sempre há alguém que se inspira em você.”


Uma questão que vem surgindo nos últimos anos no mercado de trabalho é: do que as organizações precisam? Colaboradores generalistas que se adaptam a vários cargos ou especialistas que dominam uma área específica? Vamos falar um pouco sobre o tema, abordando uma iniciativa bastante presente aqui na GFT Brasil, conhecida como Rotação de Projetos e como ela funciona.

Andressa durante o café-com-presidente com Marco Santos (quinta pessoa da esquerda para a direita)

O projeto oferece a nossos colaboradores a oportunidade de mudar de área de acordo com suas habilidades, e surgiu com o objetivo de proporcionar maior proximidade com os negócios da GFT e de como trabalhamos com clientes diversos, com diferentes tecnologias para demandas distintas.

Um dos maiores benefícios dessa prática é identificar talentos e colocar funcionários nas áreas em que mais se destacam, trazendo resultados para nós, como empresa, e satisfazendo nossas pessoas em suas vidas profissionais. Com o projeto, nossos times podem entender as diferentes realidades do negócio e desenvolver uma visão macro dos processos que envolvem toda a companhia, além de integrar áreas, desenvolvendo empatia entre elas.

Recentemente, tivemos dois casos na GFT Brasil: Rogelin Farias e Andressa Ortega. Conversamos com eles para entender na prática o que a Rotação de Projetos tem representado. Confira:

Contem para nós um pouco sobre vocês.

Andressa: Meu chamo Andressa Ortega e tenho 35 anos. Me considero uma pessoa sonhadora, forte e disposta a viver e aproveitar a vida.

Rogelin: Eu sou o Rogelin Farias, tenho 33 anos e trabalho em TI desde 2012. Sou casado com a Pamela, somos pais do pequeno Arthur e estamos aguardando a chegada da Isis, que nascerá em breve. Gosto de assistir séries, escutar podcasts e brincar com meu filho com os carrinhos Hot Wheels.

Há quanto tempo vocês trabalham na GFT?

Andressa: Eu trabalho aqui na GFT há apenas 7 meses. Entrei como recepcionista na filial de Alphaville.

Rogelin: Eu trabalhei na GFT de junho de 2015 a dezembro de 2017, como desenvolvedor stack de Mainframe/COBOL e voltei no ano passado como desenvolvedor Java.

Como surgiu a oportunidade de trabalhar em áreas diferentes das que vocês foram contratados?

Andressa: Durante a minha primeira reunião de feedback, mencionei o interesse em ir para outra área e que tinha o interesse de trabalhar em Facilities. Depois de seis meses na GFT, minhas considerações foram colocadas em prática e fui transferida para Facilities. Quando recebi a notícia, fiquei muito feliz.

Rogelin: No meu caso, não foi só uma mudança de área, mas também do tipo de tecnologia que eu utilizava. Há tempos vinha estudando e consumindo conteúdo sobre outras áreas de desenvolvimento, principalmente na stack Javascript. Neste ano, quando soube do Projeto de Rotação, falei com meu gerente e sinalizei que queria participar.

Vocês podem nos contar um pouco sobre o processo, por que se inscreveram, no que estavam trabalhando antes e onde estão agora?


Andressa:
Como falei, conversei com o meu gerente e tive a oportunidade de demonstrar meu interesse em trabalhar em outras áreas. O que mais me motivou na GFT foi o ambiente de colaboração entre as áreas. Fiquei muito feliz com a oportunidade porque ouvi muitas vezes que os funcionários de áreas administrativas não têm oportunidade de crescer na empresa, o que não é verdade.

 Rogelin: O processo de migração foi tranquilo, mas exige todo um planejamento prévio envolvendo a liderança e em alguns casos, o cliente.

Que desafios vocês enxergam como sendo os principais das áreas para as quais vocês foram realocados?

Andressa: Acredito que organização, um dia a dia mais dinâmico, onde poderei trazer novas ideias e ter muito mais contato com diferentes equipes da GFT. Também terei contato com muitos fornecedores, o que contribuirá para expandir o meu conhecimento.

Rogelin: Houve muitas mudanças, como o tamanho da equipe, a maneira ágil de trabalhar, as ferramentas de trabalho, o cliente e até o local. Algo realmente importante é a integração promovida pela nova equipe, que consegue absorver as alterações sem problemas.

Agora vocês têm novas oportunidades e desafios aqui na GFT. Contem-nos sobre a transição da mudança de área. Vocês sempre tiveram esse desejo? Como as coisas aconteceram?

 

Andressa: Ainda estou aprendendo sobre este novo desafio. Estou no início da transição, mas acredito que será uma chance maravilhosa de progredir. Eu sempre sonhei em trabalhar em uma empresa que olhava para o colaborador e dava a ele as oportunidades almejadas. Hoje não tenho dúvidas de que a GFT atende a todas as minhas expectativas. O que mais me orgulha é que, além de ser uma multinacional conceituada, consigo ter acesso a todos sempre que preciso, desde gestores até a presidência.

Rogelin: A transição foi muito tranquila, inicialmente conversei com a gestora da nova área e fiquei muito interessado. Nos últimos anos, eu estava pensando em mudar, mas apenas de um tempo para cá comecei a estudar JavaScript e Web. Participei dos encontros front-end promovidos pela GFT, eventos internos e externos e fiz vários cursos.

Vocês poderiam nos contar um pouco sobre as principais atividades das novas áreas em que vocês estão?

Andressa: Em Facilities, sou responsável por cuidar dos locais de recepção de todos os funcionários. Também entro em contato com a equipe de infraestrutura quando é necessário solicitar novos computadores, laptops e dispositivos móveis, entre outras atividades.

Rogelin: Atualmente, estou acompanhando a implementação de novas funcionalidades no aplicativo móvel de um importante banco digital, aprendendo muito sobre desenvolvimento stack.

Quais são as principais diferenças entre as funções das áreas atuais e antigas?

 

Andressa: Na recepção, eu era responsável por serviços externos, como clientes, fornecedores, visitantes etc. E agora meu contato é exclusivamente com nossos funcionários. Em Facilities eu tenho uma equipe, que eu não tinha quando trabalhava na recepção. Agora, como equipe, sinto que podemos crescer juntos e contribuir ainda mais para a empresa.

Rogelin: Sempre trabalhei com serviços de back-end e integração de mainframe. COBOL é uma linguagem muito antiga, criada em 1959, e segue um paradigma processual imperativo. Por outro lado, o JavaScript é uma linguagem muito dinâmica e em constante evolução, com muitos aplicativos em várias camadas.

 Que conselho vocês dariam para alguém que deseja fazer essa transição?

 Andressa: Aconselho qualquer pessoa interessada em mudar de área para que pesquisem, conversem com seus gerentes ou líderes. Eles precisam conhecer os objetivos de vocês para que possam ajudar com o desenvolvimento de carreira. Faça seu trabalho com amor e dedicação e, na hora certa, você será reconhecido. Demonstre seus interesses com coragem. Nunca desista dos seus sonhos, sempre há alguém que se inspira em você. Muito orgulho de fazer parte desta grande equipe. Hoje tenho certeza de que este é apenas o começo da minha história da GFT.

Rogelin: O conselho principal que eu tenho para passar é identificar-se com a área escolhida. Mas também é importante participar de eventos internos, tentando se especializar por meio de treinamentos e expressar seu desejo com a liderança e seu gerente. A GFT oferece muitas oportunidades para aprimorar seu conhecimento.

Há algo que vocês gostariam de compartilhar conosco além do que conversamos aqui?

Andressa: Eu só quero dizer que estou muito grato por esta nova oportunidade.

Rogelin: Mesmo como iniciante nesta nova fase, estou disponível para ajudar o máximo que posso.

 


Obrigada Andressa e Rogelin pela entrevista. Desejamos muita sorte nessa nova fase em suas carreiras!