Da GFT Brasil para a GFT US – conheça Maurício Camillo


Nosso colaborador Mauricio Camillo Silva mudou seu local de trabalho de Alphaville (SP) para Stamford (Connecticut) para atuar em um novo projeto internacional da GFT. A ideia/previsão, inicialmente, era ficar por quatro meses alocado no cliente americano. Isso já faz três anos. Conheça mais sobre esta história na entrevista!

“Aqui na GFT, eu pude fazer grandes amigos. Sou grato por todas as oportunidades que tive até agora e mal posso esperar para ver o que vem a seguir ”.

Você pode nos contar um pouco sobre você?

Meu nome é Mauricio, tenho 42 anos, sou casado e sem filhos. Eu sou de Curitiba/PR e, em 2000, me formei em Engenharia de Computação pela UNICAMP.

Tenho experiência como desenvolvedor back-end Java e já trabalhei para empresas como IBM, Diebold, BMF Bovespa, entre outras. Com o tempo, eu trabalhei com várias funções diferentes, como arquiteto de sistemas, líder de equipe e mestre de scrum.

Entrei na GFT em 2014, e naquela época, o escritório de Alphaville era bem pequeno, com cerca de uma dúzia de pessoas. Trabalhei para em um projeto para um grande banco alemão até o final de 2016, quando esse projeto chegou ao fim.

Como surgiu a oportunidade de se mudar do Brasil? E qual foi a sua reação?

Depois do meu último projeto para esse banco alemão, estava ajudando em um projeto para uma empresa brasileira de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios quando recebi um telefonema do Leandro Antunes, que na época era Delivery Manager na GFT Brasil e que hoje atua na GFT USA, me dizendo que a unidade dos EUA precisava de pessoas com fortes habilidades em Java e fluência em inglês para trabalhar junto com um novo cliente, um banco em Stamford.

Eu vi isso como uma grande demonstração de confiança da empresa em mim, afinal, eu estaria representando a GFT em um novo cliente, o que é uma grande responsabilidade.

Quais foram os pontos mais positivos e negativos dos últimos dois anos para você?

A melhor parte é experimentar a diversidade, trabalhando em um ambiente multicultural com pessoas de diferentes culturas e nacionalidades. Você logo percebe que muitas das coisas que você tem como garantidas em sua cidade natal podem ser vistas de maneira diferente. Viver em outro país faz você olhar para trás e para si mesmo com novos olhos.

A parte ruim é estar longe de amigos e familiares. Minha esposa e eu temos irmãos com crianças e fazemos videochamadas regularmente para vê-las. No ano passado, meu pai teve um grave problema de saúde e não havia muito que eu pudesse fazer para ajudar à distância. Por sorte, quando consegui visitá-lo, ele já estava em casa se recuperando.

Conte-nos sobre o projeto que você está trabalhando agora.

Atualmente, estou trabalhando em um projeto de migração em grande escala que afeta a maioria dos sistemas do banco. O cliente está migrando uma série de sistemas mais antigos para os mais novos e há muito trabalho a ser feito. Para ajudá-los na tarefa, a GFT está oferecendo um equipe que trabalha aqui no escritório e também uma outra, nearshore em Curitiba, onde atualmente temos quatro desenvolvedores, mas esperamos expandir em breve.

Qual o desafio mais motivador que você está enfrentando atualmente?

Eu acredito que o desafio agora é mostrar ao cliente que nós, como equipe, podemos entregar valor e ter um ótimo desempenho tanto remotamente quanto se toda a equipe estivesse alocada aqui. Essa dinâmica é nova para o cliente e tem sido um processo de aprendizado para eles e para a nós.

Há mais alguma coisa que você gostaria de compartilhar conosco?

Eu gostaria de compartilhar como me sinto sobre trabalhar na GFT. Aqui consegui desenvolver as minhas habilidades como profissional de TI, mas também tenho a oportunidade de trabalhar com muitas pessoas talentosas, com todos os tipos de habilidades e origens, e fiz grandes amizades. Sou grato por todas as oportunidades que tive até agora e mal posso esperar para ver o que vem a seguir.