A GFT Band, banda de rock da GFT, está com novos integrantes! (Parte 2)


Em nosso último artigo, apresentamos 3 dos 6 novos integrantes da GFT Band. Hoje, trazemos os outros 3: Diego Cardoso (violão), Lucas Lazari (guitarra) e Jéssica Carpim (violão). Esperamos que todos aproveitem e tenham uma ótima e divertida experiência como parte da família musical da GFT!

1 – Parabéns pela conquista, pessoal! Nos contem um pouco sobre vocês e com o que trabalham?

Diego Cardoso: Em junho completo 6 anos de GFT! Nessa trajetória, tive a oportunidade de trabalhar em muitos projetos com foco em desenvolvimento .NET C#, Arquiteto de Soluções e DevOps. Gosto muito de ajudar nas iniciativas de práticas tecnológicas da GFT, escrevendo, palestrando e fazendo provas de conceito (POC) de inovação. Já são dois anos atuando como Head DevOps Brazil e, como dizia o Tio Ben (Homem-Aranha), grandes poderes trazem grandes responsabilidades! Essa posição vem me ensinando muito sobre disseminar a cultura que envolve o tema DevOps e claro, ajudar o time de Pre-Sales e entregar propostas inovadoras.

Lucas Lazari: Sou o Lucas, natural de Porto Alegre e morando em Curitiba há 2 anos. Sou um funcionário ex-HabberTec, empresa que a GFT adquiriu em 2016, e acompanhei de perto a integração da empresa com a GFT. Hoje, atuo como Product Owner em um projeto do cliente de sistema de cooperativa de crédito, trabalhando com produtos e soluções de crédito com tecnologias como Oracle PL/SQL e PHP.

Jéssica Carpim: Eu tenho 23 anos, entrei como STARTER no programa de estágio da GFT em 2015 e estou aqui até hoje. Sou desenvolvedora e trabalho no projeto de sustentação para um cliente de seguros.

2 – O que vocês acham dessa iniciativa da GFT?

Diego Cardoso: É uma iniciativa muito interessante! Todos que tocam algum tipo de instrumento/cantam deveriam tentar participar da GFT Band. Chegar na festa para e entregar algo de muita qualidade para todos funcionários é uma realização.

Diego Cardoso

Lucas Lazari: Acho uma iniciativa de integração totalmente inovadora. É uma forma muito legal de mostrar que a GFT proporciona atividades de forma com que o funcionário se sinta mais próximo e identificado com a empresa. Acho também que é uma forma muito inteligente de divulgar o nome  da GFT.

Jéssica Carpim: Uma ótima iniciativa, porque, além de revelar nossos outros talentos, também nos proporciona a oportunidade de conhecer melhor os colegas de trabalho com quem às vezes não temos muito contato.

3 – O que motivou a sua inscrição para participar da banda? Já havia se inscrito antes?

Diego Cardoso: Inicialmente, havia um bloqueio pelo fato da banda ter um nível técnico muito alto. Depois de conversar com os integrantes, que foram muito receptivos, acabei entendendo que só dependia de eu treinar bastante e levar a sério os desafios. Agradecimentos ao Delbel, Alisson e Victor, que já são membros sêniors da banda pelas dicas e feedbacks.

Lucas Lazari: Minha primeira participação na banda foi durante a festa de final de ano da GFT Curitiba. Um dos meus principais hobbies é a música, portanto não pensei duas vezes no momento em que eu vi que as inscrições estavam abertas.

Jéssica Carpim: Meus colegas de trabalho foram cruciais nessa decisão, todos me deram muita força e me encheram de entusiasmo para aproveitar essa oportunidade.

4 – Como/Quando começou sua jornada musical? E qual instrumento você toca atualmente?

Diego Cardoso: Comecei aos 15 anos tocando violão e baixo na igreja com amigos. Acabei aprendendo na prática, então a teoria sempre foi meu fraco. Ultimamente voltei a estudar para melhorar quesitos como técnica, conceitos e harmonia.

Lucas Lazari: Comecei a tocar violão com 12 anos. Cresci vendo/ouvindo o meu pai tocar violão e isso me direcionou a tentar aprender a tocar. Nunca fiz aula de nenhum instrumento musical. Durante esse percurso, aprendi a tocar diversos instrumentos de corda: guitarra, baixo, ukulele e até cavaquinho! Mas meus instrumentos “oficiais” são o violão e o baixo. Também sei cantar, inclusive já cantei em corais.

Lucas Lazari

Jéssica Carpim: Desde pequena fui muito curiosa quanto ao violão porque o meu pai tocava, então sempre tive essa influência. Mas comecei a aprender mesmo por volta dos 10 anos. Atualmente, além do violão, toco baixo e pandeiro.

5 – Essa é sua primeira participação numa banda? (se já derem essa resposta na pergunta anterior, corta)

Diego Cardoso: Só havia participado de bandas no contexto de igreja.

Lucas Lazari: Com 15 anos participei da minha primeira banda (cover de Nirvana). A partir daí, sempre estive em bandas com meus amigos da adolescência. Até os dias de hoje a gente se reúne para tocar quando a correria do dia-a-dia permite.

Jéssica Carpim: Na verdade não, já tinha participado outras vezes em bandas na escola (Ensino Médio) e grupos de música da igreja.

6 – Quais são suas expectativas em relação a GFT Band?

Diego Cardoso: Em 2018 toquei apenas uma única música devido às correrias de projetos e viagens, mas em 2019 gostaria de me preparar mais e tentar mais músicas. Quem sabe aceitam Vampiro Doidão no repertório, rs.

Lucas Lazari:  Espero que as próximas edições da GFT Band tenham mais participações do pessoal de Curitiba (na última edição eu fui o único a participar!). Acho também que seria legal se os membros de Curitiba pudessem se integrar mais com o pessoal de Alphaville e Sorocaba.

Jéssica Carpim: Que tenhamos cada vez mais pessoas interessadas e que a participação das mulheres seja maior também (estou motivando minhas colegas aqui da GFT a participarem também).

Jéssica Carpim

7 – Quais são suas maiores referências musicais? E qual estilo prefere tocar?

Diego Cardoso: De rock internacional, gosto de BB King, Eric Clapton, Metallica, Pearl Jam, Nirvana,  ACDC, Red hot Chili Peppers, Dire Straits, Pink Floyd, Led Zeppelin, Stereophonics e Travis. Do nacional, Skank, O Rappa, Legião Urbana, Capital Inicial, Titãs, Paralamas do Sucesso, Raul Seixas e Ultraje a Rigor

Lucas Lazari: Atualmente meu gosto musical é meio esquizofrênico (hahaha). Mas minhas raízes estão no rock’n’roll, punk rock, reggae e surf music. Bandas como The Beatles, Jimi Hendrix, Bob Marley, Sublime, Jack Johnson, NOFX, Blink-182 e Green Day não saem das minhas playlists.

Jéssica Carpim: Minhas maiores referências são da MPB (Ana Carolina, Seu Jorge, Chico Buarque, Djavan ….). Porém, gosto de tocar de tudo.

8 – Que conselho vocês dariam para outros colaboradores que também queiram participar da GFT Band?

Diego Cardoso: Todos que tocam algum tipo de instrumento/cantam, deveriam tentar. Independente do seu nível técnico, pelo menos se inscreva e tente. Como qualquer projeto, compromisso e pontualidade é a chave do sucesso, mas no final, a realização de estar lá no palco curtindo é algo indescritível. Se eu consegui, você também consegue. Te espero em 2019!

Lucas Lazari: Acho que o mais importante é se divertir fazendo barulho, independente do nível musical! Participem mesmo se tiverem alguma insegurança em relação ao instrumento que tocas.

Jéssica Carpim: Se você realmente gosta de música, ama tocar um instrumento e se dedica a esse hobby, então é a combinação perfeita que precisamos na banda!

Obrigada pela entrevista!