“Nossa empresa oferece muitas oportunidades, e é possível chegar aonde quisermos, basta ter força de vontade e coragem, se dedicar e conversar com seus gestores”


Tão importante quanto potencializar as competências e habilidades dos colaboradores, é preciso também dar a oportunidade para que eles consigam crescer e desenvolver outras novas habilidades, não apenas em seus campos de atuação, mas também em outros horizontes de trabalho. Hoje vamos apresentar duas histórias de colegas que conseguiram mudar de área dentro da GFT e agora enfrentam desafios totalmente diferentes do que estavam acostumados.

Ali Moussa, que por muitos anos trabalhou no time de infraestrutura, hoje encara um novo desafio como desenvolvedor Java. Já nossa colaboradora Maria Teixeira começou a trabalhar na GFT como assistente de serviços gerais e foi em busca de uma nova oportunidade de crescer profissionalmente em outra área! Confira a seguir suas histórias.

Olá, você nos contar um pouco sobre você?

Ali: Oi, meu nome é Ali, tenho 24 anos, sou formado em Engenharia da Computação e atualmente trabalho na GFT Brasil como desenvolvedor.

Maria: Meu nome é Maria das Graças Teixeira, tenho 58 anos e sou de uma cidade chamada Piranga, em Minas Gerais, mas mudei para São Paulo quando tinha 7 anos.

 Há quanto tempo você está trabalhando na GFT?

Maria: Estou na empresa há 6 anos, isso já contando com o período em que a Habber Tec ainda não tinha sido adquirida pela GFT.

Ali: Comecei na GFT como estagiário no time de infra em 2014, até ser efetivado no ano seguinte.  

Ali Moussa

Ali, você saiu e voltou a trabalhar na GFT. Quais foram os motivos que trouxeram você de volta?

Ali: Precisei me afastar da empresa por conta de um problema pessoal. Como  nunca tive a vontade de sair na verdade, e o período em que tive que deixar a empresa foi um pouco complicado e gerou um certo arrependimento, assim que possível voltei a integrar o time GFT.

Qual foi sua segunda impressão da GFT quando você voltou? Sentiu alguma mudança?

Ali: A segunda impressão em relação à GFT me trouxe desafios e experiências que eu não havia tido em relação a primeira vez, até porque voltei para integrar o time de outra unidade, no caso a GFT Alphaville. E claro, muita coisa mudou nesse tempo que eu fiquei fora.

Maria Teixeira

Maria, como surgiu a oportunidade de trabalhar na área de Staffing?

Maria: Comecei a trabalhar na Habber Tec como assistente de serviços gerais. Certa manhã, criei coragem para conversar com o diretor de RH da época e pedi uma oportunidade para mudar de área. Ele, acreditando em meu potencial e na minha capacidade de participar de outras atividades, concordou com meus argumentos, mas, infelizmente, naquele momento não havia uma vaga aberta em outro time.

Quando ocorreu a transição da Habber Tec / GFT, abriu uma vaga dentro da área de Corporate Services, para qual fui designada. Sou eternamente grata à GFT por confiar em minha capacidade de aprender coisas novas e permitir que eu pudesse realizar o meu sonho de trabalhar em outra área e não mais como auxiliar de limpeza. 

Quais os principais desafios que você tem enfrentado?

Maria: Como vim de uma área em que nem se usava o computador, adquirir novos conhecimentos de tecnologia e informática, além das habilidades da área de staffing, está sendo desafiador pra mim.

Como você vê essa experiência de poder voltar para uma empresa que você já trabalhou antes, Ali?

Ali: Essa experiência é bem gratificante, pois pude repensar muitas coisas, como por exemplo, como poderia melhorar. E percebi que acabei melhorando mesmo, em relação ao meu desenvolvimento profissional.

Agora você está com uma nova oportunidade e desafio aqui dentro da GFT. Conta para gente como foi a transição de mudar de área. Você sempre teve essa vontade? Como as coisas aconteceram?

Ali: Atualmente estou trabalhando como desenvolvedor, e posso afirmar que é um desafio e tanto, pois nunca imaginei que conseguiria fazer essa transição de trabalhar com infraestrutura para atuar na área de projetos. Eu sempre trabalhei com infra, mas até pouco tem atrás, nunca havia pensado em como seria me tornar um desenvolvedor.

Ali e o time de Infra

Esse pensamento e essa vontade de migrar de área começou com o contato direto com outros desenvolvedores da GFT. Após algumas conversas sobre diferentes tecnologias na hora do almoço e na hora do café, comecei a me interessar pelos tópicos e a estudar para ficar inteirado sobre como tudo funcionava. Isso despertou uma vontade e um interesse além do normal, então comecei a focar cada vez mais no assunto e refletir sobre a possibilidade de migrar de área. Dentro da GFT, os workshops e eventos de tecnologia serviram como incentivo e ajudaram a abrir minha cabeça para outro mundo.

Depois de correr atrás, estudar e me preparar, eu comecei a procurar por projetos nos quais que eu poderia atuar. Fiquei sabendo de uma demanda no projeto em que atuo hoje como desenvolvedor e procurei pelo gestor para saber mais sobre o projeto. Depois desse primeiro passo, conversei com o meu gestor da época e compartilhei essa minha vontade de atuar em projetos. Ele se mostrou muito receptivo e me orientou bastante nesta nova escolha para a minha carreira.

Essa transição só foi possível graças aos gestores e equipes da GFT, que se preocupam com os colaboradores e prezam pelo bem-estar dos membros da empresa.

Do que você mais sente saudade de trabalhar na área de Infraestrutura?

Ali: O que eu mais sinto falta é o contato com o público. Auxiliar os demais integrantes da empresa era satisfatório, e o contato com os gerentes e os diretores me proporcionaram experiência e desenvolvimento profissional.

Maria, conta um pouco para gente das suas principais atividades na área de Staffing? O que você mais gosta de trabalhar na GFT?

Maria: Sou responsável pelo gerenciamento do mapa de posições de trabalho dos três escritórios da GFT. É minha responsabilidade definir o local de trabalho para os novos colaboradores para que os integrantes dos times sentem perto, por exemplo, ou providenciar mudança de posições quando solicitado pelos gestores dos projetos.

Gosto dessa interação com os colaboradores, a cada dia interajo com equipes de diferentes projetos.

Quais são as principais diferenças de trabalhar na área de Corporate Services e em Projetos?

Ali: Posso afirmar que são áreas completamente distintas, tanto pelo ritmo de trabalho quanto pelas atividades desempenhadas. Como infra, temos problemas relacionados aos mais diversos assuntos, com atendimento ao público, grande volume de chamados e atividades a serem realizadas diariamente. Como desenvolvedor, a complexidade dos problemas e os prazos apertados são os grandes desafios, mas que quando resolvidos e entregues trazem muita satisfação profissional.

Para finalizar, o que vocês gostariam de compartilhar com a gente ou com quem está pensando em mudar de área?

Ali: Gostaria de compartilhar que a nossa empresa oferece muitas oportunidades, e que é possível chegar aonde quisermos, basta ter força de vontade e coragem, se dedicar e conversar com seus gestores.

Maria: Gostaria de compartilhar com vocês o seguinte: nunca desista dos seus sonhos, embora pareçam impossíveis, porque não vemos resposta imediata, as coisas não acontecem no nosso tempo, mas no tempo de Deus.  
Foi o que aconteceu comigo, uma vida pedindo uma oportunidade, mas na hora certa Deus realizou o meu sonho. Agradeço a Deus e a todas as pessoas que apoiaram!

A GFT tem muito orgulho de poder fornecer este tipo de oportunidade aos nossos colaboradores. Afinal, encarar desafios como esses requer bastante esforço pessoal para aprender, se reinventar e determinação, o que exemplifica bem o nosso core value Courageous: We have the courage to challenge and break new ground thus embracing new growth opportunities!