9º GFT User Group | Digital Transformation


Uma estratégia de um banco online que a cada 2 mil curtidas no Facebook aumenta a taxa de juros da poupança. Uma financeira que tem Moda em seu DNA. Como modernizar de dentro para fora o pensamento de um banco tradicional de 90 anos? Essas foram algumas das pautas abordadas durante a 9ª edição do GFT User Group | Digital Transformation, evento em parceria com a IBM que buscou inspirar nossos convidados a adotar processos disruptivos para solucionar seus problemas, além de proporcionar a troca de experiências e conhecimento e fomentar o aprendizado mútuo, tudo levando em conta os temas que estão em voga nas agendas de executivos.

Para a edição deste ano, os temas escolhidos no universo da transformação digital foram Canais Digitais, API & Integração e Backoffice Digital. Além disso, nosso time do GFT Digital Lab e de Práticas Tecnológicas também estavam presentes no Espaço GFT (aka Nerd Zone) para apresentar demos e inovações (Automação de Backoffice, Mobile, DevOps, API, User Experience e Cloud) desenvolvidas pelos especialistas da GFT.

Esta edição do GFT User Group | Digital Transformation foi um sucesso e contou com a presença e participação de diversos players do mercado: de fintechs a bancos tradicionais brasileiros e instituições internacionais de projeção global.  Ao elaborarmos a agenda, nossa intenção era que nossos convidados obtivessem uma maior fluência digital e valiosos insights que os ajudem a melhorar a capacidade de tomada de decisões em suas empresas.

É preciso ouvir o cliente e encarar o desafio de mudar o mindset das pessoas

Conforme afirmou um dos panelistas convidados, “a jornada digital não é simples, é complexa. É preciso traçar uma estratégia para aonde você quer chegar no mundo digital – mas isso não é uma reta, haverá rearranjos de rota e você irá (e deve) aprender constantemente. É preciso ouvir o cliente e encarar o desafio de mudar o mindset das pessoas e dos times”. 

Os diretores e a gerência precisam investir na criação de um ambiente que possibilite a escalabilidade, agilidade e disponibilidade, já que para conseguir acompanhar as exigências do mercado e fazer ajustes no processo produtivo, é necessário que novas tecnologias, ferramentas, boas práticas, ações e protocolos e sejam adotados – afinal as tecnologias surgem ou evoluem para facilitar negócios e processos. E mais ainda, é preciso que haja uma maior parceria entre os times de TI e de negócios!

O uso das redes sociais para acompanhar os comentários, dúvidas, críticas e elogios do público é uma tendência observada em muitas das palestras como forma de melhorar a experiência do cliente. Ao fazer esse acompanhamento, é possível legitimar pela própria ‘voz’ do cliente o que ele realmente quer ou precisa. “O app da sua empresa é muito pesado e ocupa muito espaço do meu smartphone e consome muita banda”, ok, criemos então um aplicativo mais leve de modo que os clientes não precisem deletá-lo a cada vez que a memória do aparelho esteja cheia. É possível ainda fazer uso de marketing orgânico (e viral) nas redes sociais, para diminuir custos e aumentar o share of mind da marca com o público.

O que ficou claro também, é que não adianta achar que só ter uma área ou time na companhia pensando no Digital será suficiente – toda a empresa tem que pensar no Digital e na transformação digital! A empresa depende de pessoas para que algo aconteça, por isso a cultura interna e colaboradores preparados e alinhados são tão importante, pois não é uma única tecnologia ou produto que vai mudar a vida de sua empresa. Os pilares da transformação digital também incluem o capital humano da companhia, de forma que é preciso que tanto os profissionais a serem contratados, quanto aqueles que já estão na empresa, estejam aptos à mudança e abertos à cultura digital.

It’s not about me, it’s about the customer

Transformar o banco em um smart bank é um dos desafios que um dos palestrantes vê para a indústria financeira. Para ele, o cliente deve decidir qual experiência eles querem ter com o banco. Para conseguir ofertar mais de 50 produtos, é preciso manter boas relações com outros players do mercado, uma vez que, para atender o que o cliente precisa, é necessário fazer parcerias com quem sabe fazer – com isso é possível alcançar velocidade de execução e de evolução. 

Outro ponto levantado por vários executivos, é a governança. O novo ambiente regulatório pede que as práticas de TI que garantem a segurança da informação, o total funcionamento das tecnologias da informação e durabilidade de todo o sistema implantado nas empresas estejam alinhados com a gestão e objetivos do negócio – a governança precisa acompanhar esse cenário e as necessidades da empresa, dentro da sua disponibilidade de recursos.

A segurança e experiência do cliente são os desafios do mundo digital, seja para empresas grandes ou não, internacionais ou locais. Ambos são elementos que precisam ser considerados desde o início. Afinal, não dá para começar a se preocupar com segurança só no ‘final’ e vice e versa. Conforme umas das palestrantes mostrou, há alguns ‘enablers’ que ajudam as empresas a tornar sua plataforma mais flexível, robusta, escalável e eficiente: DevOps, APIs, Cloud, Automação de Processos, Inteligência Artificial e Machine Learning e Big Data e Analytics.

Outro ponto importante é que não bastar estar presente apenas no mobile ou em um canal, é necessário que a empresa esteja onde o cliente está (omnichannel) e no momento em que ele precisa resolver os problemas – as grandes empresas, apesar de sua tradição e estarem bem estabelecidas no mercado, não podem ‘comer bola’, pois as fintechs estão aí para oferecer aquilo que os grandes bancos não estão oferecendo. É claro que as grandes instituições têm certos processos, burocracias ou dores de cabeça com sistemas legados que essas fintechs muito provavelmente não têm, mas ao que tudo indica, as grandes e tradicionais instituições estão sim mais abertas às inovações, parcerias e já estão fazendo o uso de softwares open source ou APIs, por exemplo.

Esta última edição do GFT User Group | Digital Transformation com certeza estabeleceu um padrão elevado para a próxima edição! A troca de experiências, a oportunidade de aprender com casos práticos, poder perguntar e tirar dúvidas com especialistas no mercado que já enfrentaram ou estão mais à frente na solução de um desafio é algo enriquecedor e que com certeza auxilia na evolução profissional de quem está no palco e na plateia. Foi um dia de muito networking e aprendizado e discussão sobre Transformação Digital, API, Cloud, Cognitive etc com executivos de peso.

Fica registrado o nosso agradecimento a todos os palestrantes e painelistas, a todos os nossos convidados que puderam comparecer ao nosso evento, e também a Luis Gustavo, Lindolfo Reinert, Ed Boyle e Carlos Humberto da Silva que nos deram os seus depoimentos para o vídeo abaixo.

Confira como foi o 9º GFT User Group | Digital Transformation 


Até o ano que vem na 10ª edição do GFT User Group | Digital Transformation!