Conheça GFT Band: a banda de rock da GFT Brasil


Em setembro do ano passado, realizamos uma seletiva em um estúdio de gravação em São Paulo para uma iniciativa audaciosa: formar a GFT Band, uma banda de rock composta por funcionários da GFT Brasil. No total, dez músicos extremamente competentes foram escolhidos para participar desta emocionante jornada musical. A ideia era ter uma banda pronta para tocar em nossas festas de Natal, mas como vocês poderão conferir ao vivo no Café Piu Piu no dia 23 de maio, a GFT Band continua arrebentando e pronta para qualquer parada.

Mas em primeiro lugar, como nasce um projeto desse? A iniciativa partiu de Alessandro Buonopane, sponsor desta campanha e um dos integrantes da banda, que, junto com Filipe Delbel, deu vida a este projeto. Porém, mais do que se apresentar em nossas festas, esta iniciativa visa engajar e potencializar o perfil criativo e inovador de nossos profissionais, e, em última análise, promover a integração na GFT, de forma que um objetivo comum e uma paixão se transformem em uma experiência em que todos os nossos colegas possam desfrutar. Afinal, mesmo que você não esteja na banda, também é muito bacana ver seus colegas mandando bem no palco!

Para participar de tal iniciativa não basta apenas boa vontade. É preciso muita dedicação e compromisso. Pois ensaiar toda semana e ainda ter que se deslocar para praticar em estúdios em São Paulo ou Sorocaba, depois de uma semana inteira de trabalho, não é fácil. Além disso, a ‘brincadeira’ não começa e termina apenas nos dias de ensaio, nossos músicos também precisam investir tempo para estudar e praticar as músicas para chegar afinado no próximo ensaio.

Teaser GFT Band (2016)
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É claro que, nem tudo foi um mar de rosas, mas nada que esta nova família não pudesse tirar de letra. Nossos músicos têm diferentes histórias e trajetórias, são profissionais que trabalham em diferentes áreas ou tecnologias, alguns com ou sem experiência em tocar em uma banda, só uma coisa é certa, todos eles compartilham o mesmo amor pelo que fazem e pela música!

Você podem contar para gente um pouco mais sobre esta iniciativa?

Alessandro Buonopane: Esta iniciativa nasceu de uma experiência parecida e bem sucedida no passado, mas numa outra empresa. E partindo do princípio de que nossas festas são para os nossos colegas da GFT, por que não montar uma banda para nossos colaboradores? A ideia foi aceita com entusiasmo por aqui e nosso Regional Managing Director para a América Latina, Marco Santos, deu todo o apoio para este projeto. Com o apoio da nossa equipe de Marketing, nós elaboramos todo o plano do projeto – um projeto extenso e complexo, diga-se de passagem, cujo principal incentivo seria o engajamento dos nossos colaboradores.

 

Filipe Delbel: Em 2015, na segunda vez em que encontrei com o Alessandro, ele me contou que tocava bateria e tinha uma experiência anterior com uma “banda da empresa”. Também me recordo de termos brincamos sobre começar uma banda da GFT e tocar TNT do AC / DC, só que mudando a letra e cantar GFT no refrão. No segundo semestre de 2016, Alessandro me procurou para discutir a ideia de realmente fazer esse projeto acontecer, reunir as informações necessárias para apresentar a banda como um projeto real dentro da empresa, considerando todos os custos e esforços necessários. Durante todo o processo, tivemos o suporte da nossa equipe da MarComm para ajudar a moldar e implementar essa iniciativa.

Vocês ficaram contentes com o resultado?

Alessandro Buonopane: Acho que o resultado foi surpreendente, mesmo para os integrantes da banda. Claro que, quando começamos a banda, sabíamos da responsabilidade dessa empreitada, e tínhamos nossas próprias expectativas e sabíamos que o prazo era curto, especialmente se levar em conta o grande número de músicas e ensaios que tínhamos à nossa frente. Todos nós estávamos ansiosos para que tudo funcionasse perfeitamente!  E ver o entusiasmo da plateia e sua animação ao ver seus próprios colegas de trabalho tocando no palco, foi algo incrível. Após os shows, uma de nossas maiores recompensas foi receber os elogios de diversas pessoas, dizendo que os tínhamos surpreendido.

Filipe Delbel: Com certeza! A troca de energia que experimentamos enquanto a banda se apresentava nos shows foi animal! E os comentários positivos que recebemos dos nossos colegas também foi algo realmente bacana.

Qual foi a melhor parte deste projeto? Como você se sentiu no palco?

Alison Oliveira:  No início senti aquele frio na barriga, pois demos nosso máximo para fazer o projeto acontecer, para que tudo fosse inesquecível. Além disso, também queríamos mostrar a todos que estavam na festa que cada nota tocada, cada música, cuidadosamente escolhida, eram para eles, o público. E acima de tudo, queríamos que todos curtissem e desfrutassem do show ao máximo!

A cada música tocada vi e senti que todo aquele esforço tinha valido a pena! Não era uma banda para animar uma festa de empresa e sim era uma empresa animando sua própria festa. Se você olhasse ao redor era fácil encontrar alguém pirando em um solo ou cantando o refrão super empolgado. Resumindo: foi uma experiência incrível! A melhor parte desta jornada é a amizade que construí e que vou carregar para sempre e, é claro, aquela vontade de BIS. Fica aqui minha torcida para a nova geração GFT Band que virá. Obrigado GFT e a todos da GFT Band!

Tiago Henrique: Estar no palco e ver como todo mundo estava se divertindo com certeza foi algo bastante incrível. Creio que, para mim pelo menos, a melhor parte foram os ensaios com a banda e ser capaz de evoluir e desenvolver nossas habilidades musicais durante esses ensaios.

 

Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao longo dessa jornada?

Andrew de Albuquerque: Entre todos os desafios, acredito que, como banda, o principal desafio foi assegurar que pessoas com personalidades diferentes, que normalmente têm pouco ou nenhum contato no dia-a-dia, trabalhassem em sincronia e com a dedicação que uma banda exige.

Juntos nós vencemos e trabalhamos como equipe, tomando decisões em conjunto que nem sempre eram fáceis, ajudando uns aos outros e usando os feedbacks e discussões para o crescer como banda e como pessoas.

Tudo isso criou uma atmosfera muito boa, que transformou a gente em mais do que apenas membros de um projeto, e sim em uma banda de fato – em verdadeiros companheiros que fizeram algo muito original, criando amizades e ótimas recordações para toda a vida.

Paulo Eduardo:  O principal desafio que encarei foi sair da zona de conforto. Mesmo tocando guitarra por um tempo, nunca havia participado de uma banda. Tocar sozinho é totalmente diferente do que tocar em grupo. Eu sabia que o compromisso, as responsabilidades e as expectativas seriam um desafio, mas esse projeto era uma ótima chance de adquirir e viver experiências pessoais únicas e crescer como músico. Dada toda essa importância, encarei a banda como um desafio pessoal. Além dos shows, tivemos que encarar vários meses de ensaio, e cada ensaio foi uma lição aprendida. Só tenho a agradecer a cada um dos meus companheiros de banda pela oportunidade e principalmente pelas dicas, risadas, conversas e conselhos

Como vocês decidiram quais músicas entrariam para o setlist?

Alessandro Buonopane: Montar um setlist não foi algo tão simples, porque o objetivo não era satisfazer as preferências musicais dos integrantes da banda, mas ter um repertório que animasse nossos colegas, que instigasse seu ‘espírito de festa’. Precisávamos montar um repertório rock / pop-rock com músicas que fizeram sucesso ao longo dos anos. Algo que, mesmo aqueles que não curtem muito rock, pudessem ouvir e ainda apreciar o show. Acredito que mandamos bem na escolha das mais de 30 músicas, porque mesmo quem não é muito fã do gênero curtiu bastante a festa e o show.

Como vocês decidiram qual ‘banda’ iria tocar cada set?

Filipe Delbel: Com a seletiva, tivemos muitos talentos selecionados: dois baixistas, quatro guitarristas, dois vocalistas, dois bateristas e um tecladista. O que tornou meio complicado ter uma única banda, por isso tivemos a ideia de dividir o grupo em duas bandas.

No fim, cada banda ficou com dois guitarristas, um mais experiente do que o outro. Já os baixistas foram escolhidos de acordo com seu estilo pessoal em relação às músicas escolhidas, o mesmo vale para os bateristas. Os vocalistas dividiram as músicas que melhor combinassem com suas habilidades vocais, e o teclado não tinha escolha a não ser tocar em ambas as bandas.

Que histórias engraçadas você se lembra dos ensaios?

Raphael Mesquita: Ah, certamente uma delas seria quando eu me ajoelhei e pedi a mão do Ribeirinho, depois de ouvir sua belíssima versão à capella de “Carrie” (do Europe) – que por sinal comoveu a todos, rs. Outro fato engraçado seria os apelidos “legais” que tínhamos um para o outro, os quais não mencionarei aqui!

 

Que conselho você daria aos interessados em participar da seletiva deste ano?

Victor Moraes: Encarem a GFT Band como um projeto paralelo, onde todos têm seu papel. Assim como temos desenvolvedores, gerentes de projeto e analistas de testes em um projeto, temos guitarristas, baixistas, bateristas, vocalistas e assim por diante numa banda. Seja comprometido e aproveite essa oportunidade com profissionalismo. Tenha em mente que a GFT Band irá tocar ao vivo para toda a empresa. Mas, acima de tudo, divirta-se!! É uma experiência incrível e inesquecível.

Luiz Cláudio Ribeirinho: O melhor conselho que posso dar aos futuros candidatos é não só dar o seu melhor, mas também se empenhar para trabalhar em equipe. Quando você entra em uma banda, saber trabalhar em equipe acaba sendo mais importante do que o virtuosismo ou as habilidades técnicas. Proficiência vem com a prática, e a prática só vem quando amigos se reúnem para tocar regularmente.

Com um repertório pronto para um show de mais de duas horas, com covers que vão desde bandas do new rock como “The Black Keys” e “Kings of Leon”, passando por ícones dos anos 80 e 90 como Europe, Journey, Survivor, Bon jovi e Pearl Jam, e chegando ao TRUE Classic rock com Deep Purple e Led Zepellin, a banda agrada a todas as gerações do bom e velho ROCK ‘N ROLL. Se interessou? No dia 23 de maio a GFT Band tocará ao vivo no Café Piu Piu em um evento aberto ao público, venha curtir com a gente!