Digital Banking do futuro na CeBIT


Muitos brasileiros já utilizam serviços de online banking, realizando suas atividades bancárias através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Tais clientes quase não entram mais em contato com seu gerente. Para atrair clientes, as agências têm que aprimorar suas ofertas de serviços digitais, de forma que o cliente volte a ser foco dos processos. Mas isso vai exigir uma mudança radical em vários níveis – o que poder vir a ser muito gratificante no futuro.

Os bancos interessados em compreender a “mente” de seus clientes mais jovens e seus hábitos digitais diários, precisam entender as demandas deste novo cliente – o que não é uma tarefa fácil para aqueles consultores financeiros mais tradicionais, que receberam uma educação e treinamento clássico. Atrair jovens clientes com contas universitárias ou a sortear bilhetes para shows não é suficiente nos dias de hoje. Por quê? Porque o sistema bancário tem que trabalhar em um nível diferente, de uma forma que combine com “nativos digitais”. A GFT irá apresentar ideias para o início um plano de ação em Digital Banking, durante a CeBIT deste ano.

Vamos chamar de Tim nosso jovem cliente e nativo digital, e vamos acompanha-lo em sua jornada através do sistema bancário.

Naturalmente, Tim é uma pessoa extrovertida, conectada e constantemente ativa nas redes sociais, tanto na vida privada como profissionalmente. É por isso que ele considera estranho chegar em sua agência para falar com seu gerente e ninguém o cumprimentar, além de ter que esperar alguém preencher diversos tipos de dados  no computador. Mas agora que seu banco reformulado seu conteúdo digital para disponibilizá-lo em diferentes canais de comunicação, Tim permanece em contato com seu gerente através do Facebook ou Twitter, por exemplo.

Na agência, o sistema de gestão de clientes digitais já reconhece os clientes através de seus smartphones e pergunta como ele pode ser útil.

Desta forma, o funcionário do banco responsável por Tim tem todos os detalhes importantes em sua tela. Nosso nativo digital também curte o relatório de finanças pessoais disponível sempre que ele entra em sua conta online. Esse relatório classifica automaticamente todas as receitas e despesas de Tim em um gráfico fácil de interpretar. A nova oferta de serviços também inclui a otimização automática da conta: agora sempre que ele correr o risco de ultrapassar o limite de sua conta, ele receberá aviso via mensagem de texto ou por e-mail. O cliente pode então decidir se deseja um empréstimo de curto prazo, com apenas alguns toques na tela. Afinal de contas, isso seria muito mais barato do que os juros sobre cheque especial.

O novo serviço de pagamento móvel permite que os clientes paguem contas via smartphone, como também possam transferir dinheiro para outras pessoas.

Basta tocar no número de celular na lista de contatos do smartphone e, dentro de segundos, a quantidade desejada é transferida para a conta do destinatário. Este tipo de pagamento, chamado pagamento peer-to-peer (ponto-a-ponto), não é apenas conveniente, como também seguro, porque é executado em uma infraestrutura altamente segura de um grande banco – ao contrário de alguns serviços de start-ups. Ter que realizar transferências inconvenientes para pagar contas também são coisas do passado: os bancos agora podem ganhar pontos positivos extras por meio das ferramentas de gestão de finanças inteligente (processos que tornam possível digitalizar e automatizar este tipo de  processamento). Não faz diferença se os documentos estão em PDF, Microsoft Word ou em formato de e-mail. Ou seja, menos burocracia significa mais tempo livre.

A GFT transforma em realidade aquilo que soa apenas como algo distante em Digital Banking

Para apresentar esta proposta, a GFT está apresentando um laboratório de Digital Banking no Hall 16 do CODE_n, na CeBIT (stand D30). As mais inovadoras ofertas de serviços estão sendo apresentadas  em um exemplo de sala que está ligada a uma agência bancária futurista. Este é o local ideal para aqueles especialistas que querem conhecer mais sobre as mais importantes tendências de TI para o setor financeiro. Os sistemas podem até mesmo ser experimentados sob condições muito realistas. Os vários módulos enfatizam o cliente e tornam os bancos do futuro mais tangíveis – desde a saudação automática do cliente via smartphone logo que ele entrar na agência até pagamentos móveis peer-to-peer e aperfeiçoamento automatizado de contas, fornecida como parte do gerenciamento de finanças pessoais.

E voltando ao nosso nativo digital, Tim – o que é o melhor para ele? Como cliente, ele agora realmente está no centro. A GFT mostra como as instituições financeiras podem ganhar com um modelo que requer pensar fora da zona de conforto – na verdade, está é a melhor maneira para os bancos comerciais se afirmarem nesta batalha para satisfazer seus clientes.